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terça-feira, 16 de outubro de 2018

FORA DA JUSTIÇA SOCIAL NÃO HÁ SALVAÇÃO

O COLUNISTA Franklin Félix, que escreve às segundas-feiras para o blog do jornal Carta Capital (São Paulo), no seu espaço Diálogos da Fé, diz em seu texto do dia 23 de julho passado que "poderíamos afirmar ousadamente que, se Kardec vivesse nos dias de hoje, em vez de fora da caridade não há salvação, teria cunhado a expressão fora da justiça social não há salvação, muito mais ampla, mais dialógica e mais próxima da noção cristã de equidade".

FÉLIX justifica sua posição, lembrando que Allan Kardec, discípulo de Pestalozzi era um educador visionário, tinha um olhar progressista da justiça social. Defendia uma educação gratuita de qualidade e a luta pela emancipação das mulheres. Altruísta, dotado de um poderoso senso crítico e espírito investigativo, estava sintonizado com os debates filosóficos do seu tempo.

PARA o jornalista, a luta por um movimento espírita progressista afirma um profundo respeito e um necessário compromisso em contribuir para se assegurar a dignidade de todos, repudiando qualquer tipo de preconceito e discriminação, dentro ou fora das Casas Espíritas, que se utilizam de argumentos pseudoespirituais (e pseudocientíficos também) para oprimir, violentar, excluir e estigmatizar.

FRANKLIN Félix é apresentado pelo blog do jornal Carta Capital como um dos idealizadores do movimento de espíritas pelos direitos humanos.

O colunista é apresentado como um
dos idealizadores do movimento
de espíritas pelos Direitos
Humanos.
EM SEU texto do dia 23 de julho, o jornalista reproduz a questão 803 de O Livro dos Espíritos - "Todos os seres humanos são iguais perante Deus?" - a resposta dada pelos espíritos a Allan Kardec foi a seguinte: - Sim, todos tendem para o mesmo fim e Deus fez as suas leis para todos. Dizeis frequentemente que o sol brilha para todos, e com isso dizeis uma verdade maior e mais geral do que pensais.

Fonte desta matéria  -  jornal Opinião, edição de setembro de 2018, seção Registros da Grande Imprensa, página 5, distribuído pelo CCEPA - Centro Cultural Espírita de Porto Alegre.


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